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Joana Vasconcelos

Joana Vasconcelos nasce em Paris, em 1971. Vive e trabalha em Lisboa.
Forma-se no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, entre 1989 e 1996. Recebeu em 2003 o prémio “Fundo Tabaqueira Arte Pública” para o seu projecto de intervenção no Largo da Academia das Belas Artes, em Lisboa, que se encontra actualmente em preparação. Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro desde 1994. Das suas exposições individuais, destacam-se, “Joana Vasconcelos”, Passage du Désir/BETC EURO RSCG, Paris (2005); “I Lusas”, Casa de America, Madrid (2004), “Joana Vasconcelos”, Galeria Casa Triângulo, São Paulo (2004); “Marquise”, Galeria 111, Porto (2004); “Todas las direcciones”, Centro Andaluz de Arte Contemporâneo, Sevilha (2003); “F.A.T.”, Galeria 111, Lisboa (2002); “Happy Lady”, Galeria Mário Sequeira, Braga (2001); “Medley”, Galeria Central Tejo/Museu da Electricidade, Lisboa (2001); “Ponto de Encontro”, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto (2000). Participou em diversas exposições colectivas, das quais se destacam “30 artists under 40”, The Stenersen Museum, Oslo (2004); “Outras Alternativas – Novas experiências visuais em Portugal”, MARCO, Vigo (2003); “Nuevos Proyectos/News Projects”, Fundación NMAC, Montenmedio (2003); “Trans Sexual Express”, Kunsthalle Mucsarnok, Budapest (2002); “Paralela”, Galeria Casa Triângulo, São Paulo (2002); “Squatters/Ocupações”, Palácio da Justiça, Porto (2001); “Prémio City Desk”, Fundação D. Luis I, Cascais (2001); Galeria Luis Adelantado, Valência (2000); “Colecção António Cachola – Arte Portuguesa anos 80-90”, MEIAC, Badajoz (1999). Trabalha com a Galeria 111, Lisboa e Porto; Galeria Mário Sequeira, Braga; Galeria Elba Benitez, Madrid; Galeria Casa Triângulo, São Paulo, Galeria Gilles Peyroulet, Paris. O seu trabalho é representado em colecções públicas e privadas.

Joana Vasconcelos expõe A Noiva na Bienal de Veneza, a convite da comissária Rosa Martínez, integrada na exposição Always a Little Further, na entrada principal do Arsenale.

Critica
"Joana Vasconcelos é considerada como a jovem artista portuguesa mais marcante dos últimos anos. Trabalhando principalmente no domínio da escultura e da instalação, ela encarna a ligação entre diferentes gerações, veterana da jovem e inovadora geração de criadores portugueses da década de 1990. A sua marca e a sua forte personalidade transparecem na importância das suas obras, através da banalidade dos objectos utilizados no quotidiano, em particular no caso de uma jovem influenciada por tudo o que se relaciona com o design e a arquitectura, tanto pelas proporções como pela sua funcionalidade. Num jogo de estilos, muitas das suas obras procuram devolver um sentido a estes novos objectos estéticos, oferecendo-lhes nova pertinência, seja do ponto de vista crítico, funcional ou estético." Agustin Pérez Rubio
Curador do MUSAC (Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y Leon, Espanha), in Play JV, Ed. Mimesis, 2004.


“De personalidade forte e extrovertida, Joana passeia-se de trotineta pelo armazém da Fundição de Oeiras, onde trabalha diariamente nas suas obras. Já foi segurança de uma discoteca, também já praticou artes marciais. Agora, com 33 anos e uma gargalhada aberta, procura apenas afirmar-se como artista.
Joana Vasconcelos afirma-se como artista cujo percurso está em permanente construção: «há uma descoberta de um caminho e o que se faz ao longo do caminho é que nos torna artistas. O toque de contemporaneidade advém do material usado na construção do lustre. Os tampões apelam à «decadência do conceito de perfeição imaculada do branco; apontam a O trabalho desta artista saída das escolas do Ar.Co. evidencia-se pela utilização de materiais pouco convencionais. Desde a primeira obra, realizada em 1994, que Joana surpreende. Ainda recorda quando pediu ao pai 48 contos, para comprar 280 espanadores para produzir Flores do meu desejo – peça que marcou a entrada da artista no mercado da arte contemporânea. «Vivemos numa sociedade de consumo, que é horrorosa mas também fantástica porque cria uma estética; hoje em dia há de tudo, então porque é que a arte não pode ser feita de tudo?», questiona Joana.
João Pinharanda, crítico de arte, destaca o recurso permanente à repetição dos motivos: «A Joana recusa duas vezes a originalidade – e uma dupla negação é, como se sabe, uma afirmação».
Descubra mais sobre Joana Vasconcelos em:
http://www.galeria111.pt/index.php?id=6

Obras:



Joana Vasconcelos, A Noiva, 2001
Aço, tampões OB
600 x 300 x 300 cm
Col. António Cachola, Campo Maior
Foto: Luis Vasconcelos



Arco2006_EspacioMinimo



Joana Vasconcelos, "Valquiria Excesso", 2005,
handmade knitted fabric, patchwork, PVC
300x160x150 cm

Artista do mês

Este espaço destina-se à divulgação de artistas, que de alguma maneira também nos inspiram nos nossos momentos de criação.

Margarida Cepêda

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Margarida Cepêda, nasceu a 12 de Abril de 1959 em Lisboa e é considerada como muitos a sucessora do Mestre Lima de Freitas. Por cá , pouco conhecida (“lobbies oblige”) mas lá fora com uma projecção invejável, Margarida Cepêda, recupera os valores femininos, pinta a polaridade feminina de forma mágica e “combate” com as suas obras o abafamento da pintura figurativa, tem vindo a marcar pontos, tanto mais que sabe e sente o simbolismo como ninguém. E quem vê os seus quadros sente-o.

Iniciou os seus estudos no Centro Infantil Hellen Keller, passou pela Escola António Arroio e mais tarde pelas Belas Artes, onde a temática do simbolismo não era bem vista, mas, Margarida Cepêda com um belíssimo sentido prático “aproveitou” esta passagem para adquirir a técnica que hoje faz dos seus quadros obras reconhecíveis à primeira vista , inequívocas e únicas.

Assim, logo, após ter terminado o curso em 1983, começou a pintar profissionalmente e nunca mais parou. Prova disso, são as exposições que tem feito ao longo dos anos que abrem sempre com um enorme sucesso.

Foi a primeira artista a aderir ao projecto “ Art for All”, pois considera que a mesma deve ser divulgada sem snobismos e sem elitismos. Tem como referência fundamental na pintura Leonardo da Vinci, mas Georges de La Tour, Turner e Friedrich como paisagistas foram fortes influências para Margarida Cepêda, assim como Manet e uma boa parte dos pintores pré-rafaelitas, Blake, os Simbolistas, Gustav Klimt, a pintura de Mucha, e a escultura de Rodin e Brancuzzi.


O baptismo da rosa - 2005
Óleo sobre tela
70x70 cm


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